sejam bem-vindos!!!

Neste tempo pascal vamos ao encontro do Cristo Ressuscitado!

Jesus ressuscitou, Aleluia!
verdadeiramente Ele ressuscitou, Aleluia!



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Qual a imagem que o padre deve ter?

Ser padre é mais do que uma vontade, mais que um desejo, mais que trabalho é dom, é vocação, é Graça de Deus, é mandato. Vemos, hoje em dia, muitas pessoas darem ideias sobre como deveria ser o padre; de como ele deveria agir e se comprometer com a Igreja. São muitas as opiniões e diversas a mentalidades, mas todos concordam em uma coisa, o padre deve ser como um “Bom Pastor”.
      O padre, em sua vocação, prolonga a vida de Jesus Cristo no seio da humanidade, como homem. Ele que é o único e sumo pastor. Portanto como Jesus o padre deve cuidar, zelar ser pastor de todas as ovelhas a ele confiada pela Igreja. Ele pastor deve ser o primeiro a estar a serviço de suas ovelhas orientando-as para que nunca se desviem do caminho de Jesus Cristo.
O Bom Pastor, é imagem que mais gosto de Jesus, sinto que esta imagem revela a pessoa verdadeira de Jesus, e aquilo que o padre deveria ser: pastor é aquele que cuida para que as ovelhas não se percam, para que não morram de fome ou sede, corre atrás quando em perigo e corrige severamente quando ela se desvia da trilha percorrida e principalmente dá a vida pela sua ovelha. Estas todas e tantas mais qualidades estão em Jesus, pois ele “conhece as suas ovelhas e elas o conhecem”.
      O sacerdote sem sombra de duvida vive para o serviço do evangelho. Ele é a transparência de Cristo no meio do rebanho. Por isso, deve tomar o máximo de cuidado para que aquilo que ele pregue não seja contradito por aquilo que ele vive. O seu dizer e fazer devem complementarem-se. Portanto, o padre, deve manifestar este Cristo a Todos. Manifestá-lo em suas palavras, ações e pensamentos, tudo no padre deve lembrar aquele que é o autor de sua vocação: Jesus Cristo.
Cléber Wanderlei Eresnto.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Eu sirvo a Igreja ou ela me serve?

            A conversa nem era comigo, mas um dia escutei um jovem dizer a outro seminarista. “Quero ser padre para mudar a Igreja, fazer umas missas mais animadas; sabe!?”. Não é de tudo ruim isto; ora, Deus é o Deus da felicidade e não da tristeza; e se alegra quando nos alegramos. No entanto, somos chamados para servir a Igreja e a Cristo, realizarmos, por meio dela, “a vontade daquele que nos enviou”. Portanto, não se trata do que eu quero, mas do que Cristo quer.
            Para estar a serviço da Igreja requer obediência, este é um dos conselhos evangélicos, nos deixado pelo próprio Cristo. Ele foi o obediente por excelência; fez em tudo a vontade do Pai. Ele nada fez segundo a sua vontade, mas sempre aquilo que Deus quis. Nada que está na Igreja é por acaso, tudo tem seu significado. Portanto, o Padre é chamado pra servir a Igreja, por isso deve estar a seu dispor. E não ao contrario. O que “esta em jogo é o bem da Igreja e os interesses do próprio Jesus”.
             O Padre deve ser fiel aquele bem sagrado que nos é confiado. Não pelo seu merecimento, mas sim pela bondade de Deus. Que confia em sua fraqueza. "Ele não é portador dos bens da Igreja e dos seus dons, mas sim canail de graça". Deus confia a ele sua Igreja, não para que a rege segundo as suas vontades; mas sempre segundo o seu desíguino benevolente.
              Quando entramos para a vida religiosa dizemos que deixamos de lado tudo, nossas vontades e desejos para fazer a vontade de quem nos chamaram; mas acabamos querendo reger a Igreja segundo aquilo que “eu acho certo ou não.” A Igreja é de Cristo a nós cabe cuidar e zelar dela para que sua mensagem chegue de modo eficaz àquele que é anunciado. Na verdade, nós somos para a Igreja e não a Igreja para nós.

Cléber Wanderlei Ernesto.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

FOTO MEDITATIVA.






VENHA VOCÊ COM CONOSCO SACIAR SUA SEDE DE DEUS 
SENDO UM PADRE DIOCESANO.
DIOCESE DE BAURU - DIVINO ESPIRITO SANTO.
SEMINÁRIO "MARIA MÃE DA IGREJA".
R: EMÍLIO VIEGAS.
B: SANTA LUZIA.

“‘Quero ser padre, mas meus pais não deixam"

           Compreender a grandeza do chamado de Deus não é coisa fácil, só quem é chamado é que consegue entender o que está sentido.  E, às vezes, isto é um mistério até mesmo para a própria pessoa. O que sentimos, o que pensamos e o que queremos é tão intimo de nós que é impossível transmiti-lo por palavras como querem as pessoas que convivem conosco.
Com Samuel e Paulo de Tarso aconteceram à mesma coisa, no íntimo de seus corações Deus os chamou. Samuel passou uma noite inteira em branco escutando uma voz chamar-lhe incansavelmente, chegou até pensar que era o sacerdote que o chamava... Até que no fim percebeu que a voz que soava em seus ouvidos vinha de seu coração, era Deus que insistentemente o chamava. Já Paulo durante uma perseguição sentiu-se envolver por uma grande luz e uma voz vinha ao seu encontro, era Jesus que ia ao seu encontro. Estas duas pessoas em momentos diferente na história da bíblia mostram o quanto Deus pode falar ao coração do ser humano. É no intimo que permanecem muitos chamados, pois é lá que Deus fala com as pessoas. Sempre cada um à sua maneira.

No entanto, o modo com que Deus escolhe falar a seus eleitos é de modo tão particular que fica invisível aos olhos humanos. Este mistério do “segredo do chamado” é o que fica as ocultas de quem convive conosco. Muitos vocacionados sentem medo ao falar a seus pais que querem entrar para o seminário, pois geralmente são contra. Muitas pessoas, por medo, deixam de lado sua vocação e, por sua vez, sua felicidade. Lembre-se que seus pais já fizeram as escolhas deles e que já decidiram como viverem suas vidas. Todos nós também temos o direito de escolher como viver nossa vida e de sermos felizes nela. Ninguém pode interferir no chamado que Deus faz, a resposta deve ser da pessoa consciente e livremente.

O que fazer? Como dar a noticia? Enfrentar os pais ou desisitir? Jesus disse que quem o seguisse haveria de enfrentar, como ele, grandes dificuldades. Para muitos vocacacionados este é o primeiro desafio a ser enfrentado.  Brigar, bater o pé, enfrentar não é nunca a solução para um problema. A conversa e o diálogo são pontes muito seguras para fazê-los entender o que se passa em seu coração. Numa conversa amigável e sincera com seus pais explique o que se passa em sua mente, o seu anseio de atender imediatamente o desejo de Deus. O Padre de sua paróquia pode muito ajudar neste momento converse com ele, leve-o a conversar também com seus pais isto ajudara muito. Caso seus não queiram sentar para conversar com o padre a respeito. Convide-o para um almoço em sua casa, é na mesa que muitas reconciliações são feitas, muitos equívocos desfeitos e muitas coisas são entendidos; pois “nela partilhamos não só os alimentos, mas também nossa vida”.


Por fim, mais do que tentar convencer os nossos pais nós mesmos devemos estar certos que Deus nos chama a viver mais perto dele, como fez com Tiago e André na beira do rio. Se nós estivermos em duvidas enquanto vocacionados a vida religiosa, por mais que queiramos convencer alguém jamais isto irá acontecer. Primeiro nós mesmos devemos estar certo do pedido que Deus faz particularmente a cada um de nós, depois tentaremos convencer os outros. Tenha sempre perseverança, força e coragem. Sempre reze e peça a ajuda de Deus, ele nunca abandona quem chama. Se você realmente for chamado, a dúvida dos outros, a mesmo dos seus pais, não irá fazê-lo desistir da vontade de Deus. Encontre força em Deus.



Cléber Wanderlei Ernesto.

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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Hino da Jornada Mundial da Juventude.

"Enraizados e edificados em Cristo, 
inabaláveis na fé"
(cf. Col 2, 7).  

 

Em lingua vernácula.
 

Jornada Mundial da Juventude de 16 a 21 de Agosto, em Madrid.
(Mês das Vocações)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Ser seminarista? Ser freira?.


Estava Jesus passeando perto das margens onde João Batista ficava ao vê-lo deu um forte grito e exclamou: “Eis o cordeiro de Deus”.  Dois de seus discípulos o seguiram. Eis aqui o grande papel do seminarista e da religiosa de hoje: Ser seguidor de Jesus. Quando olho para o seminário e nos encontros vocacionais vejo como é o grande número de jovens que ouvindo falar de Jesus decidiram segui-lo. Indo atrás dele deixando para traz tudo e todos, até mesmo as pessoas que mais admiravam... Os discípulos de João o amavam, no entanto era preciso buscar alguém maior. É atrás deste alguém maior que estamos à procura, caminhando meios às escuras, observando de longe, vendo o que aquele Mestre faz. Eh! O vocacionado (a) é o seguidor de Jesus, aquele que vê o Mestre e se apaixona por ele.
            “A quem procurais?”. Grande indagação é esta que, às vezes, nos pega de surpresa e nos deixa inquieto. Sinto que a resposta não depende muito de quem a faz, mas sim de que a responde. Ele já sabe quem é e o que quer, mas nós é que estamos à procura. O que parece ser claro era para aqueles dois discípulos um enigma. “O mestre”. Mas qual e quem era aquele que eles realmente queria. Esta pergunta repassa bem no intimo de nossa vida enquanto vocacionados; todos os dias, Ele vem ao nosso encontro e pergunta: “A quem procurais?”.  Nossa missão é redescobrir se quem a gente procura é quem está a nossa frente. Como não passar por esta é pergunta antes de entrar para o seminário? Sei que Ele vai ao encontro dos que escolheu e os indaga seriamente: “A quem procurais?”
            “Vinde e vede” este e o convite que Jesus nos faz, para convivermos com Ele; não é Ele quem diz: “Sou eu quem vos procurais”, sim, somos nós quem devemos responder: “ sois vós quem procuro”. No entanto nunca daremos esta resposta se não convivermos com Ele; por isto ele nos convidada: “Vinde e vede”. E no dia a dia em sua companhia descobrir se é nele em quem nosso coração quer repousar. O tempo de seminário, do noviciado, é justamente para isto... Para convivermos com Jesus. È o tempo que precisamos para conhecê-lo melhor, e decidir se realmente vamos gastar a nossa vida em seu amor; é neste dia a dia que vamos descobrir se nele esta o nosso Amor. Portanto não tenha medo, é só um convite, que o Bom Mestre nos faz para vivermos e convivermos com Ele e passar os dias em sua companhia. A nossa decisão é livre, mas, o sim, pode mudar toda a nossa vida.
Cléber Wanderlei Ernesto.

sábado, 11 de junho de 2011

“Cheios do Espírito Santo!” Seminaristas renovados.

Uma vez ouvi um seminarista perguntar ao padre: “O senhor é da renovação?” Ele num tom de brincadeira respondeu: “Eu sou da Igreja!”. Cada membro deste corpo vivo que é a Igreja pertence a Ela. Cada batizado, cada discípulo, cada leigo, cada cristão... todos pertencem a Igreja de Jesus Cristo. “Como o corpo é um, embora tenha muitos membros, e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo, assim também acontece com Cristo” (1º Cor,12). Se sou seminarista, sou para a Igreja e não para o movimento. Se sou padre, sou para a Igreja e não para o movimento...  Várias vezes, fui indagado a que movimento eu pertencia? Sempre fiquei em crise, pois nunca participei de movimento algum. Alguns juram que sou carismático, outros que sou da Teologia da Libertação e ainda teve gente que disse que daria certo no Catecumenato. Rsrrsrsrsrs. Para mim Igreja sempre foi Igreja, só fui descobrir os inúmeros movimentos existentes quando entrei para o seminário.  Não foram poucas as vezes que eu escutava: “Ah! Eu sou da renovação”; “Ah! Eu sou da teologia da libertação”; eu sou aquilo e eu sou isso. Devemos todos trabalharmos juntos na Igreja, cada um com seu dom, seguindo o único modelo: Jesus Cristo. Recentemente o movimento que está na moda é o da Renovação Carismática Católica, como estiveram um dia tantos outros movimentos.
Sempre fui apático a renovação, não que ela fosse ruim, mas nunca me senti inspirado para participar ativamente, por outro lado sempre que teve algum evento participei. Hoje estou tendo a oportunidade de conhecê-la mais de perto. Uma coisa que sempre me chamou a atenção é o carinho que eles têm com a Eucaristia. Ah! Se todos assim o fossem! Hoje vejo que Cristo precisa de vários seminaristas renovados, cheios do Espírito Santo, que tenham força e coragem para trabalhar na messe do Senhor. Para reavivar e animar – dar vida, anima- as nossas Igrejas locais. Desejosos de cumprir fielmente aquilo que é chamado... Precisa-se de padres renovados, bispos renovados, precisamos nós mesmos ser renovados, cheios do Espírito Santo.
A “lumen gentius” lembra que o Espírito Santo está na Igreja e a renova constantemente, por isso seus membros devem deixar-se serem renovados neste Pentecoste. O espírito da verdade que governa a Igreja e a comanda há também de governar e comandar seus membros.
Hoje em dia são inúmeros os seminaristas que se definem renovados, participantes ativos da renovação carismática; e não só deste movimento, mas de vários outros. Os movimentos são dons, é a ação permanente do Espírito vivo que suscita na Igreja, dons e carisma, para ajudá-la a anunciar melhor o Cristo no momento presente. Que seja assim, então, a renovação, dom, presente de Deus a nossa Igreja atual.  E que não façam os movimentos da Igreja um departamento dividido, onde o que eu quero é só abrir a gaveta e pegar. Sé é para sermos renovados que sejamos renovados como Jesus foi, se é para ser libertador sejamos como Jesus foi...  Que Jesus seja sempre o modelo, pois mais carismático que ele nunca houve. E quando perdemos o modelo, Jesus, perde-se toda a essência e acontecem os exageros, de que todos nós sabemos. Que seja eu, você todos nós pertencentes à Igreja em primeiro lugar... Carismáticos, libertadores, catecumenatos como Jesus foi. Ele deve ser sempre o modelo. Se olharmos para Jesus não cometeremos erros; se procuramos realizar os nossos carismas como Jesus, com certeza, a idéia de consagrar pipoca, de fazer “caí” um ginásio inteiro desapareceria de nossa Igreja.  Somo todos cheios do Espírito Santo, seminaristas renovados pelo o amor de Deus.


Cléber Wanderlei Ernesto.