sejam bem-vindos!!!

Neste tempo pascal vamos ao encontro do Cristo Ressuscitado!

Jesus ressuscitou, Aleluia!
verdadeiramente Ele ressuscitou, Aleluia!



quarta-feira, 6 de julho de 2011

Hino da Jornada Mundial da Juventude.

"Enraizados e edificados em Cristo, 
inabaláveis na fé"
(cf. Col 2, 7).  

 

Em lingua vernácula.
 

Jornada Mundial da Juventude de 16 a 21 de Agosto, em Madrid.
(Mês das Vocações)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Ser seminarista? Ser freira?.


Estava Jesus passeando perto das margens onde João Batista ficava ao vê-lo deu um forte grito e exclamou: “Eis o cordeiro de Deus”.  Dois de seus discípulos o seguiram. Eis aqui o grande papel do seminarista e da religiosa de hoje: Ser seguidor de Jesus. Quando olho para o seminário e nos encontros vocacionais vejo como é o grande número de jovens que ouvindo falar de Jesus decidiram segui-lo. Indo atrás dele deixando para traz tudo e todos, até mesmo as pessoas que mais admiravam... Os discípulos de João o amavam, no entanto era preciso buscar alguém maior. É atrás deste alguém maior que estamos à procura, caminhando meios às escuras, observando de longe, vendo o que aquele Mestre faz. Eh! O vocacionado (a) é o seguidor de Jesus, aquele que vê o Mestre e se apaixona por ele.
            “A quem procurais?”. Grande indagação é esta que, às vezes, nos pega de surpresa e nos deixa inquieto. Sinto que a resposta não depende muito de quem a faz, mas sim de que a responde. Ele já sabe quem é e o que quer, mas nós é que estamos à procura. O que parece ser claro era para aqueles dois discípulos um enigma. “O mestre”. Mas qual e quem era aquele que eles realmente queria. Esta pergunta repassa bem no intimo de nossa vida enquanto vocacionados; todos os dias, Ele vem ao nosso encontro e pergunta: “A quem procurais?”.  Nossa missão é redescobrir se quem a gente procura é quem está a nossa frente. Como não passar por esta é pergunta antes de entrar para o seminário? Sei que Ele vai ao encontro dos que escolheu e os indaga seriamente: “A quem procurais?”
            “Vinde e vede” este e o convite que Jesus nos faz, para convivermos com Ele; não é Ele quem diz: “Sou eu quem vos procurais”, sim, somos nós quem devemos responder: “ sois vós quem procuro”. No entanto nunca daremos esta resposta se não convivermos com Ele; por isto ele nos convidada: “Vinde e vede”. E no dia a dia em sua companhia descobrir se é nele em quem nosso coração quer repousar. O tempo de seminário, do noviciado, é justamente para isto... Para convivermos com Jesus. È o tempo que precisamos para conhecê-lo melhor, e decidir se realmente vamos gastar a nossa vida em seu amor; é neste dia a dia que vamos descobrir se nele esta o nosso Amor. Portanto não tenha medo, é só um convite, que o Bom Mestre nos faz para vivermos e convivermos com Ele e passar os dias em sua companhia. A nossa decisão é livre, mas, o sim, pode mudar toda a nossa vida.
Cléber Wanderlei Ernesto.

sábado, 11 de junho de 2011

“Cheios do Espírito Santo!” Seminaristas renovados.

Uma vez ouvi um seminarista perguntar ao padre: “O senhor é da renovação?” Ele num tom de brincadeira respondeu: “Eu sou da Igreja!”. Cada membro deste corpo vivo que é a Igreja pertence a Ela. Cada batizado, cada discípulo, cada leigo, cada cristão... todos pertencem a Igreja de Jesus Cristo. “Como o corpo é um, embora tenha muitos membros, e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo, assim também acontece com Cristo” (1º Cor,12). Se sou seminarista, sou para a Igreja e não para o movimento. Se sou padre, sou para a Igreja e não para o movimento...  Várias vezes, fui indagado a que movimento eu pertencia? Sempre fiquei em crise, pois nunca participei de movimento algum. Alguns juram que sou carismático, outros que sou da Teologia da Libertação e ainda teve gente que disse que daria certo no Catecumenato. Rsrrsrsrsrs. Para mim Igreja sempre foi Igreja, só fui descobrir os inúmeros movimentos existentes quando entrei para o seminário.  Não foram poucas as vezes que eu escutava: “Ah! Eu sou da renovação”; “Ah! Eu sou da teologia da libertação”; eu sou aquilo e eu sou isso. Devemos todos trabalharmos juntos na Igreja, cada um com seu dom, seguindo o único modelo: Jesus Cristo. Recentemente o movimento que está na moda é o da Renovação Carismática Católica, como estiveram um dia tantos outros movimentos.
Sempre fui apático a renovação, não que ela fosse ruim, mas nunca me senti inspirado para participar ativamente, por outro lado sempre que teve algum evento participei. Hoje estou tendo a oportunidade de conhecê-la mais de perto. Uma coisa que sempre me chamou a atenção é o carinho que eles têm com a Eucaristia. Ah! Se todos assim o fossem! Hoje vejo que Cristo precisa de vários seminaristas renovados, cheios do Espírito Santo, que tenham força e coragem para trabalhar na messe do Senhor. Para reavivar e animar – dar vida, anima- as nossas Igrejas locais. Desejosos de cumprir fielmente aquilo que é chamado... Precisa-se de padres renovados, bispos renovados, precisamos nós mesmos ser renovados, cheios do Espírito Santo.
A “lumen gentius” lembra que o Espírito Santo está na Igreja e a renova constantemente, por isso seus membros devem deixar-se serem renovados neste Pentecoste. O espírito da verdade que governa a Igreja e a comanda há também de governar e comandar seus membros.
Hoje em dia são inúmeros os seminaristas que se definem renovados, participantes ativos da renovação carismática; e não só deste movimento, mas de vários outros. Os movimentos são dons, é a ação permanente do Espírito vivo que suscita na Igreja, dons e carisma, para ajudá-la a anunciar melhor o Cristo no momento presente. Que seja assim, então, a renovação, dom, presente de Deus a nossa Igreja atual.  E que não façam os movimentos da Igreja um departamento dividido, onde o que eu quero é só abrir a gaveta e pegar. Sé é para sermos renovados que sejamos renovados como Jesus foi, se é para ser libertador sejamos como Jesus foi...  Que Jesus seja sempre o modelo, pois mais carismático que ele nunca houve. E quando perdemos o modelo, Jesus, perde-se toda a essência e acontecem os exageros, de que todos nós sabemos. Que seja eu, você todos nós pertencentes à Igreja em primeiro lugar... Carismáticos, libertadores, catecumenatos como Jesus foi. Ele deve ser sempre o modelo. Se olharmos para Jesus não cometeremos erros; se procuramos realizar os nossos carismas como Jesus, com certeza, a idéia de consagrar pipoca, de fazer “caí” um ginásio inteiro desapareceria de nossa Igreja.  Somo todos cheios do Espírito Santo, seminaristas renovados pelo o amor de Deus.


Cléber Wanderlei Ernesto.


sábado, 28 de maio de 2011

ESCOLHA DE DEUS.


(Lc 14, 25-35)
Essas frases são dirigidas a todos, aos leigos, aos sacerdotes, às pessoas casadas e as consagradas na virgindade. Na verdade, Jesus disse essas palavras à grande multidão que o seguia, que tinha ficado encantado com o seu modo de falar, com seus milagres, com o pão que Ele multiplicava.
            Num primeiro momento, a exigência de Jesus parece até impossível. Odiar, preferir menos, desdenhar seu pai e sua mãe... não significam aquilo que nossas línguas modernas quer dizer. Inclusive Jesus tantas vezes ensinou a amar os inimigos. Na verdade, Jesus quer uma adesão de nossa parte. Tal adesão não pode existir sem renúncia; a família, por exemplo, pode ser um obstáculo ao cumprimento da vontade de Deus para nós. Isto que dizer que Deus deve estar acima de tudo, inclusive da nossa família que tanto amamos. Não estamos falando de ódio à família, mas de uma conduta que põe o amor de Cristo acima de qualquer afeto familiar.
            Ao enumerar os afetos familiares, o afeto pelo pai, pela mãe, pela esposa,pelo filhos, pelos irmãos e pelas irmãs, Jesus quis chamar a atenção para os amores terrenos que, certamente, são os mais fortes para nós. Diariamente enfrentamos o problema da escolha, escola, carreira, fé, amigos, por outro lado, é necessário saber escolher, ou melhor, já ter escolhido Deus na própria vida. Deste modo, a vida familiar não pode tornar-se obstáculo para a própria vida da graça. Portanto, não se trata de um convite ou de um conselho de Jesus, que podemos seguir ou não; é uma condição para sermos seus discípulos. Mais cedo ou mais tarde o mundo nos questiona: Se estamos vivendo para Deus ou se vivemos para os nossos afetos e para a nossa sensibilidade.
            Na sequência Jesus apresenta outra renúncia para ser seu discípulo, isto é, para  O escolher: a renúncia a nós mesmos. “Quem não carrega a sua cruze não caminha após a mim, não pode ser meu discípulo” (Lc14, 27). Jesus deixa claro o que significa querer segui-lo. O cristão que escolhe Deus, se coloca atrás de Jesus, passa pelo meio da multidão deste mundo como alguém estranho, sujeito a zombaria e à hostilidade da mentalidade humana. É quando acentua mais ainda o contraste entre o cristão e o mundo, aos olhos do mundo, o cristão é condenado.
            “Se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo”, Jesus pede a todos os cristãos o desapego dos bens materiais, prestígios, poder. O desapego as riquezas exigido de todos é um dos pontos fundamentais do ensinamento de Jesus e é um dos aspectos em que o nosso cristianismo mais deixa a desejar. Fala-se de justiça social, porém esquecemos de que ela é uma conseqüência do espírito de pobreza cristã, pobreza que se requer de todos, tantos ricos quantos pobres. São Basílio diz: “Se cada um tomasse apenas o indispensável para suprir suas próprias necessidades e deixasse o restante para o indigente, ninguém seria rico, ninguém seria pobre”.
            Em seguida Jesus nos fala da construção de uma torre, que é preciso calcular os gastos para ver se tem o suficiente. Isto quer dizer que é preciso ter orientado a própria vida a Deus, consciente e radicalmente, do contrário, permaneceremos raquitico na vida espiritual, estacionaremos, tornando-nos motivo e objeto de chacota para quem nos observa.  Às vezes, prestamos atenção até meticulosamente em cumprir determinadas praticas de piedade e depois faltamos com a caridade e a justiça, ou então, caluniarmos o próximo. Isto lembra a figura da torre, que não estava sendo construída com sabedoria por não estar estribada na escolha de Deus.
            A última imagem que encontramos é a do sal: O cristão é o sal da terra. O cristão está misturado à massa, mas a fermenta; ele não se distingue dos outros. Entretanto, é completamente diferente. Se o cristão não é alma do mundo, se não é o sal da terra, ele não é nada. Jesus poderia ter feito outra comparação, poderia comparar o cristão a água, as plantas, as pedras; escolheu, porém aquele elemento típico que só tem valor se é aquilo que é, com os ramos secos e com as pedras.
            O cristão tem a vocação característica de viver de Deus e ser de outro mundo. Essa vocação cristão não é reservada a poucos, ela é feita para todos. Na variedade das vocações, todos devem descobrir novamente Deus, devem escolher novamente Deus a cada dia, a cada hora, em cada ato da vida.
Pe. Gustavo Natividade.
Reitor do Seminário "MARIA MÃE DA IGREJA".

terça-feira, 19 de abril de 2011

Menino quer ser padre e reza pelo atirador.

  Se nesta semana santa pudesse definir o que é vocação sacerdotal?
Ou qual a qualidade de um jovem pra ser padre?
Atreveria-me definir neste video confiram vale a pena


http://oglobo.globo.com/rio/video/2011/22983/default.asp

terça-feira, 12 de abril de 2011

O que serei amanhã?

Aquela indagação feita por Jesus ao cego também se dirigi a nós: “E vós o que quereis?”(Mt20,31).  Grande pergunta esta e para alguns jovens, grande desafio. “O que eu quero?”. Mais cedo ou mais tarde, está pergunta sempre aparece na cabeça do jovem. Desde criança aparecem em nossa vida inúmeras profissões. Sonhos de meninos de uma longa infância. Quem nunca quis ser médico ou bombeiro- srsrsrsrsr?  No entanto, esta indagação vai tornando-se ainda mais perturbadora quando está prestes a terminar o colegial. E chega a hora de escolher uma profissão, de prestar o vestibular e escolher uma faculdade. Que drama! Com os cristãos não é diferente. Cada jovem escolherá para si uma maneira de servir a comunidade ao qual é chamado por Deus. “Este chamado que também se diz Vocação.”
No Brasil vem crescendo o número de jovens que ingressam no seminário, cerca de 220 a cada ano, um aumento de 20% (Instituto de Pesquisa católica).  Mas vêem-se perdidos, pois o medo, muitas vezes, assusta. Não se sabe a quem recorrer. E a Internet, por muitas vezes não é a melhor solução. Acaba por deixar mais confuso àquilo que já estava confundido. A vocação sacerdotal ainda é um sonho de muitos Jovens, mais do que dos Jovens do Senhor!
Aquele chamado – “Vem e segue-me”- que Jesus faz aos Apóstolos e a seus discípulos é um convite para viver e conviver com ele mais de perto. È para que possam conhecer a Jesus em sua mais profunda intimidade - “Em sua intimidade, Senhor, me ensinais sabedoria” (Sl50,9"). É Deus querendo relacionar-se conosco. Não é uma relação de Mestre senhor a servo subordinado, pois ele mesmo diz: “Não vos chamo mais de servo, mas de amigos. Pois o servo não sabe o que faz o seu Senhor”. (Jo 15, 17) E aos que ele chama dá tudo a conhecer a respeito de si. Aos poucos “Deus vai revelando-se ao homem” (CIC), por amor. Então se é por amor que Deus chama, dá-se a conhecer, também é por amor que devemos responder este chamado.
Todos os cristãos são chamados a serem pedras vivas na Igreja do Senhor para juntos construirmos o seu “reino de justiça e amor”, no entanto, Ele suscita algumas destas pedras para que elas dêem maior apoio a toda estrutura de sua Igreja. A estes Deus chama para seguir o caminho do Filho sob a ação do Espírito Santo, que os guiará. Toda vocação vem de Deus, esta, no entanto, brota do coração de Deus. É por vontade divina que existam sacerdotes e freiras... Homens e mulheres consagrados a sua Igreja.
São muitos os motivos pelo qual  existe o medo em seguir este caminho, um deles deve-se ao fato de ter que deixar tudo: familia, amigos, emprego... Mas "é preciso deixar tudo, para ganhar tudo!" (Sto. Afonsdo) . Não existe uma formula para expiar o medo e as duvidas daqueles jovens que querem entregar-se a Deus. Não existe uma fórmula secreta. O medo faz parte deste momento e é bom senti-lo. É sinal que a escolha é séria e traz consigo responsabilidades.  Viver em Deus é sem dúvida um grandessíssimo presente, mas é também dever e trabalho -- Algo que já havia dito no post passado.  Além do medo, só sabemos que estaremos a serviço do amor. Anunciando a todos que Cristo vive e reina! “As vocações ao ministério sacerdotal e à vida consagrada são fruto, primariamente, de um contacto constante com o Deus vivo e de uma oração insistente que se eleva ao «Dono da messe»”(Bento XVI).

O que serei amanhã? Por que não, ser servo, discípulo, apóstolo e amigo de Jesus? E deste modo tornar-se discípulo seu. Assim é a vocação sacerdotal, um chamado divino gravado no coração humano. Cada um a sua maneira vai descobrindo qual a sua vocação dentro da Igreja e cada serviço é extremamente importante. Cada um tem sua importância na Igreja de Cristo. O corpo não fica completo se lhe falta um membro.  Se é para ser sacerdote, freira consagrada  a vontade de Deus, Jesus continuamente irá chamá-lo. Não foi assim quando Ele quis chamar Samuel? È preciso, simplesmente, que nos deixemos guiar por Ele e, com certeza, em sua infinita bondade falar-nos-á ao coração.  E assim “servireis ao Senhor com alegria e bom coração” (cf: dt 28,47).

                Cléber Wanderlei Ernesto.

sábado, 9 de abril de 2011

Sobre a Chacina no Rio, confiram.

 È preciso agora parar, pensar, refletire rezar....

http://robinhocaramano.blogspot.com